Como são contabilizadas as sublocações sob a IFRS 16?
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IFRS 16 Sublease — Regra Fundamental
O arrendador numa sublocação classifica o subarrendamento como uma locação operacional ou financeira com base no direito de uso do ativo subjacente (e não no ativo original), e o arrendatário reconhece tanto um passivo de locação como um ativo de direito de uso derivado da locação primária (IFRS 16.15, IFRS 16.B34-B35).
Como Funciona IFRS 16 Sublease
Classificação da sublocação (perspectiva do subarrendador): O subarrendador classifica a sublocação aplicando os critérios de IFRS 16.61-66, avaliando se a sublocação transfere substancialmente todos os riscos e benefícios associados ao direito de uso (não o ativo subjacente original). Se sim, é uma locação financeira; caso contrário, operacional (IFRS 16.B34).
Reconhecimento inicial do arrendatário-subarrendador: O arrendatário reconhece o passivo de locação da locação primária e o ativo de direito de uso conforme IFRS 16.22-24. Não há qualquer "offset" entre a locação primária e a sublocação. Ambas são contabilizadas separadamente (IFRS 16.15, IAS 8.10).
Mensuração do passivo de sublocação: O arrendatário-subarrendador mensura o passivo da sublocação pelo valor presente dos pagamentos futuros de sublocação (IFRS 16.26), utilizando a taxa de juro implícita na sublocação, ou, se não for prontamente determinável, a taxa incremental de financiamento do arrendatário (IFRS 16.26-27).